MÁQUINA DE ENSINAR (NÃO É “ENSINAR MÁQUINAS”)

(Este texto foi republicado aqui.)

Como grande parte da obra de Skinner, a ideia da máquina de ensinar foi, e ainda é, alvo de falsas objeções. A começar pelo nome, “máquina”, muita gente já faz cara feia. Mas não é isso que usamos o tempo todo? Computador, TV, geladeira, micro-ondas, carro, ar-condicionado, celular, máquina de lavar etc. Aliás, máquina de jogar – videogame – pode! Por que não uma máquina de ensinar? (Não confunda com “ensinar máquinas”). Uma máquina de ensinar é só uma máquina usada pra ajudar na educação. Só isso, não complique. Claro, na verdade não é tão simples assim. A máquina de ensinar proposta por Skinner é cuidadosamente planejada, com base no conhecimento científico sobre o comportamento, para ser mais eficiente possível em seu propósito: ensinar. Ensinar pode ser definido como o dispor de contingências de reforçamento sob as quais o comportamento muda.

Veja também: Psicologia Escolar: Qual o papel do psicólogo na escola?

máquina de ensinar

Alunos com máquinas de ensinar.

Em seu livro, Tecnologia do Ensino, publicado na década de 60, Skinner reuniu suas principais considerações sobre o assunto, e é de onde evoco citações destacadas no texto abaixo.

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